De garçom aos onze a comentarista da CNN.
A economia que conto é a que vivi. Antes de qualquer livro, aprendi sobre dinheiro servindo mesas — e fiz desta origem o eixo central da forma como traduzo o mercado para quem decide.
Comecei a trabalhar aos onze anos como garçom. Não foi escolha romântica de quem busca uma história bonita para contar: foi necessidade. Foi ali, antes de qualquer livro de macroeconomia, que entendi a relação entre tempo, esforço e dinheiro — e como ela é desigualmente distribuída.
Hoje, depois de uma carreira que passou por Geração Futuro, Banco Itaú, BTG Pactual, XP e Órama Corretora — onde fui sócio —, ocupo um lugar incomum: traduzo economia para o público da CNN Brasil, formo executivos na FGV, fundei a Mont Asset e a Mont Academy, comando a WMF Research, sou CEO da Rejudi, e pesquiso no IBMEC o futuro do dinheiro, com foco em CBDCs e no Drex brasileiro.
Co-autor de três livros, fundador d'O Plano, palestrante no Harvard Club de Nova York e selecionado para o Google Black Founders. Tudo isso serve a uma tese única: democratizar acesso à economia para quem não nasceu no mercado — sem perder densidade, sem subestimar o público.
Os capítulos que importam.
Primeiro emprego como garçom
A relação com dinheiro começa antes da teoria. Aqui se forma o filtro que ainda hoje organiza minha leitura do mercado.
Geração Futuro, Itaú, BTG, XP
A escola formal do mercado de capitais brasileiro. Renda variável, gestão de patrimônio e o vocabulário institucional.
Sócio da Órama Corretora
Primeiro lugar de decisão estratégica. A tese de democratizar acesso ao mercado começa a tomar forma.
O Plano, WMF Research, Rejudi
Três plataformas, três frentes da mesma tese. Selecionado para o Google Black Founders no mesmo período.
Comentarista econômico
Voz recorrente em pautas de macroeconomia, geopolítica e mercado de capitais. A economia chega na sala de jantar.
Mont, IBMEC, IRELGOV
Sócio da Mont, mestrado no IBMEC com pesquisa em CBDCs e Drex, professor convidado da FGV, regional director do IRELGOV no Rio.
Três coisas que raramente aparecem juntas.
A maioria das pessoas no mercado escolhe um lado: ou são técnicos áridos, ou comunicadores rasos. O esforço aqui é juntar as duas coisas sem trair nenhuma.
Linguagem que conecta
Economia para a sala de jantar e para o conselho. A mesma análise serve ao CEO e ao colaborador do chão de fábrica — sem perder densidade nem em uma ponta nem na outra.
Ponte entre mundos
Mercado tradicional, academia, mídia e empreendedorismo no mesmo discurso. Raro: quase todo mundo escolhe uma trincheira e fica nela a vida inteira.
Pesquisa de fronteira
CBDCs, Drex e stablecoins — temas que pesquiso antes de virarem manchete. O conteúdo do palco hoje é o que estará na imprensa daqui a dezoito meses.
Os veículos e palcos.
Mídia, academia e palcos onde já levei essa conversa.
Três co-autorias.
Obras sobre mercado financeiro, educação e mobilidade. Ver a lista completa →
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